"Preocupe-se mais com sua conciência do que com sua reputação, porque sua conciência é o que você realmente é; e sua reputação é o que os outros pensão de você. E o que os outros pensam, é problema deles" A vida foi feita simplesmente pra viver e não para ser julgada .↓Bem Vindo ao meu mundo. Eu sou Mistter Miil siga-me se for capaz
sábado, 11 de dezembro de 2010
História do Rock
Origens do rock
Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50 (década de 1950).. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
A rock na década de 1950 : primeiros passos
É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.
O rock nos anos 60: rebeldia e transgressão
Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock
Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
Anos 80 : um pouco de tudo no rock
A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
Anos 90 : década de fusões e experimentações
Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
O Rock no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
E hoje possuem varias bandas que representam de forma elementar e super bem o rock brasileiro.
Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50 (década de 1950).. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
A rock na década de 1950 : primeiros passos
É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.
O rock nos anos 60: rebeldia e transgressão
Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock
Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
Anos 80 : um pouco de tudo no rock
A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
Anos 90 : década de fusões e experimentações
Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
O Rock no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
E hoje possuem varias bandas que representam de forma elementar e super bem o rock brasileiro.
Emocore
Emo ou Emocore é um gênero de música derivado do hardcore punk. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.
Origem
Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).
No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de Skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.
Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore punk, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Chegada ao Brasil
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos, trajes listrados, Mad Rats (sapatos parecidos com All-Stars), cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos. Porém, os fãs das bandas emo no Brasil, e a criação dos modernos esteriótipos sobre os mesmos, como as franjas, se deu a partir do começo do Século XXI. Fãs modernos das bandas de emotional hardcore do Século passado geralmente são membros da subcultura Indie, pois existe uma polêmica de que as bandas tidas no senso-comum como Emotional Hardcore são na verdade Pop Punk ou pertencentes a outros gêneros, ao mesmo tempo chamando o emotional hardcore do Século passado de Real Emo, sendo o anterior considerado superior por motivos que variam desde seus temas mais artísticos e mais profundos, até um instrumental de melhor qualidade e complexidade. Isso explica a diferença entre fãs de "estilo Emo" e fãs da subcultura Indie. Entretanto, o conhecimento do Real Emo ainda pertence a um Universo extremamente alternativo.
Origem
Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).
No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum RocknRoll e a revista de Skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.
Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore punk, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC vocais abrasivos e passionais².
Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.
Chegada ao Brasil
No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos, trajes listrados, Mad Rats (sapatos parecidos com All-Stars), cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos. Porém, os fãs das bandas emo no Brasil, e a criação dos modernos esteriótipos sobre os mesmos, como as franjas, se deu a partir do começo do Século XXI. Fãs modernos das bandas de emotional hardcore do Século passado geralmente são membros da subcultura Indie, pois existe uma polêmica de que as bandas tidas no senso-comum como Emotional Hardcore são na verdade Pop Punk ou pertencentes a outros gêneros, ao mesmo tempo chamando o emotional hardcore do Século passado de Real Emo, sendo o anterior considerado superior por motivos que variam desde seus temas mais artísticos e mais profundos, até um instrumental de melhor qualidade e complexidade. Isso explica a diferença entre fãs de "estilo Emo" e fãs da subcultura Indie. Entretanto, o conhecimento do Real Emo ainda pertence a um Universo extremamente alternativo.
Hard Core
Puta Som !!! Som muito rápido e pesado. Normalmente as bandas são formadas por apenas 3 pessoas (power trio). As letras são basicamente protestos contra políticos, patrões e religião - temas herdados do Punk. Aliás, este rítmo está incluso no que se convencionou chamar de Cena Punk. Existem bandas que falam sobre esportes radicais em suas letras como o skate, surf e bike. A galera destes esportes se amarra no Hard Core. O Exploited eo U.K. Subs são umas das bandas pioneiras do estilo, juntamente com Discharge, GBH e o clássico Dead Kennedys de Jello Biafra.
Em música as vertentes hardcore são
• Hardcore punk: no contexto punk, refere-se à cena musical surgida internacionalmente através da "segunda onda do punk", no final dos anos 70, e mais comumente a um estilo de punk rock caracterizado inicialmente por tempos extremamente acelerados, canções curtas, letras baseadas no protesto político e social, revolta e frustrações individuais, cantadas de forma agressiva.
• Hardcore melódico: é um estilo surgido no início da década de 80. Utiliza elementos característicos do hardcore punk tradicional, como tempo acelerado, guitarras distorcidas e músicas de curta duração, mas seus arranjos são mais elaborados e claramente distinguíveis, se aproximando mais da sensibilidade pop do que o estilo original.
• New York hardcore: refere-se à música hardcore punk e metalcore criada na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos e a subcultura associada a ela, que tem o streetpunk/oi! como base ideológica, porém as bandas do estilo apresentam uma sonoridade agressiva com fortes influências do thrash metal, crossover thrash e até mesmo do death metal.
• Hardcore hip hop:é um estilo musical derivado do hip-hop e hardcore caracterizado pela confronto e pela agressão. O termo pode referir-se também a outros gêneros como o gangsta rap e o rapcore.
• Hardcore techno: é um estilo de música electrónica moderno, nascido nos princípios dos anos 90 nos Países Baixos. Caracteriza-se pela sua velocidade (algumas canções alcançam os 200 beats por minuto) e pelo característico BassDrum, que consiste em misturar uma distorção forte do tambor com um baixo. também oldskool hardcore, happy hardcore, breakcore, speedcore, etc.
Em música as vertentes hardcore são
• Hardcore punk: no contexto punk, refere-se à cena musical surgida internacionalmente através da "segunda onda do punk", no final dos anos 70, e mais comumente a um estilo de punk rock caracterizado inicialmente por tempos extremamente acelerados, canções curtas, letras baseadas no protesto político e social, revolta e frustrações individuais, cantadas de forma agressiva.
• Hardcore melódico: é um estilo surgido no início da década de 80. Utiliza elementos característicos do hardcore punk tradicional, como tempo acelerado, guitarras distorcidas e músicas de curta duração, mas seus arranjos são mais elaborados e claramente distinguíveis, se aproximando mais da sensibilidade pop do que o estilo original.
• New York hardcore: refere-se à música hardcore punk e metalcore criada na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos e a subcultura associada a ela, que tem o streetpunk/oi! como base ideológica, porém as bandas do estilo apresentam uma sonoridade agressiva com fortes influências do thrash metal, crossover thrash e até mesmo do death metal.
• Hardcore hip hop:é um estilo musical derivado do hip-hop e hardcore caracterizado pela confronto e pela agressão. O termo pode referir-se também a outros gêneros como o gangsta rap e o rapcore.
• Hardcore techno: é um estilo de música electrónica moderno, nascido nos princípios dos anos 90 nos Países Baixos. Caracteriza-se pela sua velocidade (algumas canções alcançam os 200 beats por minuto) e pelo característico BassDrum, que consiste em misturar uma distorção forte do tambor com um baixo. também oldskool hardcore, happy hardcore, breakcore, speedcore, etc.
Gótico
No final dos anos 70, mas precisamente em 1979, bandas oriundas do movimento Punk, influenciadas por clássicos Punk Rock como Buzzcocks, Television e outros astros da música como Lou Reed, Velvet Underground e David Bowie, formaram uma nova corrente musical, novamente em Londres, chamada Gothic Music. Os Góticos ou Darks, como eram chamadas estas bandas no Brasil nos anos 80, introduziram ao som punk, notas musicais melódicas, teclados, sintetizadores e muita tecnologia, numa verdadeira releitura musical. As letras são mais trabalhadas, falando de amores platônicos, viagens ácidas e alucinógenas, loucuras da mente e principalmente citando poetas famosos como o francês Baudelaire. Nos anos 90, com uma maior liberação mundial, os Góticos começaram a se engajar mais aos movimentos GLS (Gays-Lésbicas-Simpatizantes) e assumiram de vez o front na batalha pela liberdade sexual mundial.
A cultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, ebm, industrial, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa "bagagem" filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores,essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.
Estética como visual
A estética como um visual pessoal/individual, não é obrigatória pelos seus membros, uma vez que, gostando de determinados sub-gêneros musicais, estética, corrente literária, arte, convivência com pessoas que sentem-se atraídas e gostam do que é aceito no Gótico, ou tudo o que esteja ligado ao mesmo, torna-se quase o suficiente para que entendam seu "mecanismo". Embora, visual seja uma identidade individual (ou coletiva) de considerável importância que diferencie e caracterize em qual época e à qual sub-cultura um indivíduo pertence.
Dentro da sub-cultura gótica, há o que pode-se denominar como "esteriótipos visuais" das mais variadas referências adaptadas de cada indivíduo para si, são mesclagens criativas que abrangem desde Vitoriano, Edwardiano, Romantic Goth, Dandy, Steampunk, Dark cabaret, Fetish (estética BDSM), Cybergoth, Perky Goth, Pin-up,"Deathrocker", Medieval, Trad goth (ou góticos tradicionais oitentistas), alguns inspirados em filmes como os de Tim Burton, expressionismo alemão, ou clássicos da Hammer, entre outros meios de inspirações, que denunciam seus gostos particulares. Alguns aderem certos visuais propositalmente para "chocar", criticar algum alvo conceitual na sociedade, outros, como uma espécie de "cosplay", e outros ainda, por identidade pessoal que levam às suas vidas cotidianas de forma adaptável, ou, no uso de seu devido bom-senso deixando "extravagâncias" mais ousadas em ocasiões que julguem especiais.
A cor Preta como tonalidade predominante acompanhada à uma postura tida como juvenil, é geralmente um arquétipo do mainstream. Sendo esta, uma limitação dos conceitos superficiais direcionados à massa no que diz respeito à sub-culturas urbanas derivadas do que chamam de "Rock". A cor preta, como representação estética, geralmente é acompanhada de uma, ou mais cores adicionadas de forma peculiar para compor os visuais dentro dos esteriótipos variantes do Gótico, ou seja, não sendo esta predominante, embora ainda sim, presente. Como simbolismo, a semântica pode variar de indivíduo para indivíduo, ou estar praticamente ausente, permanecendo como apenas questão de estética. A presença de adultos na sub-cultura especialmente a norte-americana e europeia é em grande escala, o que modifica os conceitos sobre a sub-cultura tratar-se de algo juvenil, visto que ainda preza-se pela censura conforme o que diz respeito às leis e normas básicas de todo e qualquer evento, festival e concerto.
Os tipos de estéticas ou, esteriótipos visuais, recebem mais ênfase em eventos, concertos e festivais como o Wave Gotik Treffen realizado anualmente em Leipzig, na Alemanha, M'era Luna Festival, em Hildesheim situado em Alemanha, entre outros. Geralmente em países de primeiro mundo, especialmente no continente europeu e no norte da América, onde o IDH é mais elevado, possuem mercados maiores, no qual há mão-de-obra mais especializada e qualificada em confecções de produtos estéticos e artísticos que favorecem e nutrem suas modas, e, logo são importados à outros países.
Há também fotógrafos (as) e designers que criam suas obras inspiradas em derivações estéticas da sub-cultura gótica que divulgam por páginas da internet, exposições, etc. Obras como uma forma de arte, ou mesmo, incentivo à dresscode. São também promovidos desfiles no meio undergorund por profissionais da moda como a estilista alemã Vecona (Vecona.de).
Na moda das massas é muito frequente em coleções de Outono/inverno desde passarelas à lojas, onde o uso da estética gótica é tida como referencial, vide estilistas famosos como Alexander McQueen, Glória Coelho, John Galliano, Yohji Yamamoto, Karl Lagerfeld, Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, entre outros.
A cultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, ebm, industrial, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa "bagagem" filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores,essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.
Estética como visual
A estética como um visual pessoal/individual, não é obrigatória pelos seus membros, uma vez que, gostando de determinados sub-gêneros musicais, estética, corrente literária, arte, convivência com pessoas que sentem-se atraídas e gostam do que é aceito no Gótico, ou tudo o que esteja ligado ao mesmo, torna-se quase o suficiente para que entendam seu "mecanismo". Embora, visual seja uma identidade individual (ou coletiva) de considerável importância que diferencie e caracterize em qual época e à qual sub-cultura um indivíduo pertence.
Dentro da sub-cultura gótica, há o que pode-se denominar como "esteriótipos visuais" das mais variadas referências adaptadas de cada indivíduo para si, são mesclagens criativas que abrangem desde Vitoriano, Edwardiano, Romantic Goth, Dandy, Steampunk, Dark cabaret, Fetish (estética BDSM), Cybergoth, Perky Goth, Pin-up,"Deathrocker", Medieval, Trad goth (ou góticos tradicionais oitentistas), alguns inspirados em filmes como os de Tim Burton, expressionismo alemão, ou clássicos da Hammer, entre outros meios de inspirações, que denunciam seus gostos particulares. Alguns aderem certos visuais propositalmente para "chocar", criticar algum alvo conceitual na sociedade, outros, como uma espécie de "cosplay", e outros ainda, por identidade pessoal que levam às suas vidas cotidianas de forma adaptável, ou, no uso de seu devido bom-senso deixando "extravagâncias" mais ousadas em ocasiões que julguem especiais.
A cor Preta como tonalidade predominante acompanhada à uma postura tida como juvenil, é geralmente um arquétipo do mainstream. Sendo esta, uma limitação dos conceitos superficiais direcionados à massa no que diz respeito à sub-culturas urbanas derivadas do que chamam de "Rock". A cor preta, como representação estética, geralmente é acompanhada de uma, ou mais cores adicionadas de forma peculiar para compor os visuais dentro dos esteriótipos variantes do Gótico, ou seja, não sendo esta predominante, embora ainda sim, presente. Como simbolismo, a semântica pode variar de indivíduo para indivíduo, ou estar praticamente ausente, permanecendo como apenas questão de estética. A presença de adultos na sub-cultura especialmente a norte-americana e europeia é em grande escala, o que modifica os conceitos sobre a sub-cultura tratar-se de algo juvenil, visto que ainda preza-se pela censura conforme o que diz respeito às leis e normas básicas de todo e qualquer evento, festival e concerto.
Os tipos de estéticas ou, esteriótipos visuais, recebem mais ênfase em eventos, concertos e festivais como o Wave Gotik Treffen realizado anualmente em Leipzig, na Alemanha, M'era Luna Festival, em Hildesheim situado em Alemanha, entre outros. Geralmente em países de primeiro mundo, especialmente no continente europeu e no norte da América, onde o IDH é mais elevado, possuem mercados maiores, no qual há mão-de-obra mais especializada e qualificada em confecções de produtos estéticos e artísticos que favorecem e nutrem suas modas, e, logo são importados à outros países.
Há também fotógrafos (as) e designers que criam suas obras inspiradas em derivações estéticas da sub-cultura gótica que divulgam por páginas da internet, exposições, etc. Obras como uma forma de arte, ou mesmo, incentivo à dresscode. São também promovidos desfiles no meio undergorund por profissionais da moda como a estilista alemã Vecona (Vecona.de).
Na moda das massas é muito frequente em coleções de Outono/inverno desde passarelas à lojas, onde o uso da estética gótica é tida como referencial, vide estilistas famosos como Alexander McQueen, Glória Coelho, John Galliano, Yohji Yamamoto, Karl Lagerfeld, Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, entre outros.
Punk
Estilo musical criado nos anos 70, na Inglaterra, caracterizado por letras satíricas com críticas políticas e sociais. Quanto ao som, as influências da maioria das pioneiras bandas Punks foram T-REx, Stooges, MC-5, Rolling Stones e outras bandas do final dos anos 60.
Denomina-se cultura punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação. Surge dentro do contexto da contracultura, como reação à não-violência dos hippies e a um certo otimismo daqueles”
O punk como movimento social
A partir do fim da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão Movimento Punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos —seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social. Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo punk como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo o aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem no entanto se apegar a um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada. Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, violentos ou não, que ocorrem em encontros destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.
Ideologia
Desde o seu início, a cultura punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditar ou não em um deus ou religião qualquer. Porém, por causa do tempo de existência, seu caráter cosmopolita e amplo, ocorreram distorções de todas as formas, em diversos países, dando ao movimento punk uma cara parecida mas totalmente particularizada em cada país.
Por se assemelhar em diversos aspectos com o anarquismo (posteriormente, a principio o movimento punk era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações.
Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, este ganhou um novo rumo com redirecionamento a uma nova militância política, com discursos e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas
A estreita relação entre a música e a ideologia punk
A música punk desde seu início foi marcado como um estilo musical de contestação, seja como uma resposta musical ácida e crítica aos rumos que a música rock havia tomado na época com o rock progressivo, ou de forma ideológica criticando opiniões preconceituosas de músicos famosos de rock no final dos anos 70 e início dos anos 80, como o apoio de algumas bandas de punk rock e streetpunk ao rock against racism.
O gosto por certas bandas e gêneros musicais é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à uma certa postura ideológica distinta dentro da cultura punk, como o niilismo, o anarquismo, a cultura de rua, entre outras.
No Brasil, bandas podem ser repudiadas por grupos anarcopunks brasileiros, como Vírus 27 e Garotos Podres pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, ou como o Ratos de Porão por ter o reconhecimento da mídia, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre outros punks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos por certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos, muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária, fato esse muito comum nos grandes centros urbanos brasileiros.
Em outros países, principalmente em países europeus, atualmente há mais tolerância às diferenças musicais, ideológicas e culturais distintas, como uma forma de se unir tendo as raízes musicais como um elo em comum, contra grupos e indivíduos com posturas ideológicas discriminatórias e opressoras como o nazismo e o fascismo.
Denomina-se cultura punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação. Surge dentro do contexto da contracultura, como reação à não-violência dos hippies e a um certo otimismo daqueles”
O punk como movimento social
A partir do fim da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão Movimento Punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos —seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social. Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo punk como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo o aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem no entanto se apegar a um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada. Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, violentos ou não, que ocorrem em encontros destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.
Ideologia
Desde o seu início, a cultura punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditar ou não em um deus ou religião qualquer. Porém, por causa do tempo de existência, seu caráter cosmopolita e amplo, ocorreram distorções de todas as formas, em diversos países, dando ao movimento punk uma cara parecida mas totalmente particularizada em cada país.
Por se assemelhar em diversos aspectos com o anarquismo (posteriormente, a principio o movimento punk era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações.
Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, este ganhou um novo rumo com redirecionamento a uma nova militância política, com discursos e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas
A estreita relação entre a música e a ideologia punk
A música punk desde seu início foi marcado como um estilo musical de contestação, seja como uma resposta musical ácida e crítica aos rumos que a música rock havia tomado na época com o rock progressivo, ou de forma ideológica criticando opiniões preconceituosas de músicos famosos de rock no final dos anos 70 e início dos anos 80, como o apoio de algumas bandas de punk rock e streetpunk ao rock against racism.
O gosto por certas bandas e gêneros musicais é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à uma certa postura ideológica distinta dentro da cultura punk, como o niilismo, o anarquismo, a cultura de rua, entre outras.
No Brasil, bandas podem ser repudiadas por grupos anarcopunks brasileiros, como Vírus 27 e Garotos Podres pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, ou como o Ratos de Porão por ter o reconhecimento da mídia, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre outros punks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos por certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos, muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária, fato esse muito comum nos grandes centros urbanos brasileiros.
Em outros países, principalmente em países europeus, atualmente há mais tolerância às diferenças musicais, ideológicas e culturais distintas, como uma forma de se unir tendo as raízes musicais como um elo em comum, contra grupos e indivíduos com posturas ideológicas discriminatórias e opressoras como o nazismo e o fascismo.
rockabilly
Mistura de Rythm & Blues, Country e Western, este estilo teve como precursores nomes como Carl Perkns e Bill Haley and the Comets. EM 1955, Bill Haley gravou o single (We're gonna) Rock Around the Clock, que vendeu mais de 22 milhões de cópias nos EUA e introduziu a garotada da época ao rítmo alucinante do Rock and Roll original. Nascia então o Rock and Roll. Rockabilly é o apelido carinhoso que se dá hoje aos ídolos do velho e bom Rock and Roll. É como se dissésemos "Rock Raiz". Outros nomes da época também devem ser lembrados como Ricky Nelson, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Roy Orbison, The Everly Brothers, Chuck Berry, Eddie Cochran, Buddy Holly and Gene Vincent. Existem algumas bandas Rockabilly que misturam elementos de outros estilos como o Punk - dando origem ao Psychobilly, bem representado pelo The Cramps.
Rockabilly é um dos primeiros sub-gêneros do rock and roll, tendo surgido no começo da década de 1950.
O termo "rockabilly" é um portmanteau de rock e hillbilly, este último uma referência à música country (que costumava ser chamada de música hillbilly nos anos 40 e 50), que contribuiu enormemente ao desenvolvimento do gênero. Outras influências importantes foram o western swing, o boogie woogie e o rhythm and blues.
A influência e a notoriedade do estilo desvaneceram-se nos anos 60, mas durante o final dos anos 70 e começo dos 80 o rockabilly passou por uma recuperação em sua popularidade que permanece até os dias de hoje, frequentemente vinculada a uma subcultura própria.
Origens
Havia um relacionamento próximo entre o blues e a música country nas primeiras gravações de country da década de 1920. O primeiro sucesso considerado "country" nos Estados Unidos foi "Wreck of the Old '97", lançada em conjunto com "Lonesome Road Blues", que também se tornou bastante popular.Jimmie Rodgers, o "primeiro astro do country de verdade", era conhecido como "Blue Yodeler", e a maioria de suas canções utilizava uma progressão harmônica baseada no blues, embora com instrumentação e sonoridade bastante diferente de seus contemporâneos Blind Lemon Jefferson e Bessie Smith.
Durante os anos 30 e 40 dois novos estilos emergiram. Bob Wills e seus Texas Playboys eram os líderes do western swing, que combinava o estilo vocal do country e steel guitar com influências do jazz das big bands e instrumentos de sopro; com isso, a música de Wills alcançou imensa popularidade. Suas gravações de meados dos anos 40 ao princípio dos anos 50 incluem ritmos de "jazz de duas batidas", "corais de jazz" e um trabalho de violão que precedeu as primeiras gravações de rockabilly. Wills é citado por dizer, "Rock and Roll? Não sei por que, é o mesmo estilo que tocamos desde 1928! É apenas um ritmo básico que recebeu diversas nomenclaturas na minha época. É a mesma coisa, seja seguindo uma batida tribal na África ou cercando-a de vários instrumentos. O importante é o ritmo."
Depois que artistas de blues como Meade Lux Lewis e Pete Johnson iniciaram uma histeria nos EUA em torno do boogie-woogie, artistas de country como Moon Mullican, Delmore Brothers, Tennessee Ernie Ford, Speedy West, Jimmy Bryant e Maddox Brothers and Rose começaram a gravar um estilo denominado de "hillbilly boogie", que consistia de vocais e instrumentação "hillbilly" com uma linha de baixo "boogie".
O grupo Maddox Brothers and Rose são considerados precursores do rockabilly pelo trabalho de Fred Maddox no contrabaixo e seu desenvolvimento da técnica slap-back (o ato de bater nas cordas do instrumento, ao invés de puxá-las individualmente). Depois da II Guerra a banda passou a utilizar instrumentos mais pesados, inclinando-se cada vez mais a uma pegada honky tonk e uma base maníaca e profunda - o slap bass de Fred Maddox. Muitos acreditam que eles foram não só os precursores, mas também um dos primeiros, senão o primeiro, grupo de "Rockabilly".
Diversas canções de Bill Monroe, considerado o pai do bluegrass, eram em formato blues, enquanto outras emulavam o formato de baladas folk, canções de marinheiro ou valsas. O bluegrass era um destaque da música "country" no começo dos anos 50, sendo frequentemente citada como uma influência no desenvolvimento do rockabilly. Outro exemplo da mistura de gêneros musicais dessa época é a gravação "Jersey Rock", lançada por Zeb Turner em 1953. Com sua junção de estilos, letras sobre música e dança e solos de guitarra, esse tipo de gravação foi outro fator influente no surgimento do rockabilly.
Rockabilly é um dos primeiros sub-gêneros do rock and roll, tendo surgido no começo da década de 1950.
O termo "rockabilly" é um portmanteau de rock e hillbilly, este último uma referência à música country (que costumava ser chamada de música hillbilly nos anos 40 e 50), que contribuiu enormemente ao desenvolvimento do gênero. Outras influências importantes foram o western swing, o boogie woogie e o rhythm and blues.
A influência e a notoriedade do estilo desvaneceram-se nos anos 60, mas durante o final dos anos 70 e começo dos 80 o rockabilly passou por uma recuperação em sua popularidade que permanece até os dias de hoje, frequentemente vinculada a uma subcultura própria.
Origens
Havia um relacionamento próximo entre o blues e a música country nas primeiras gravações de country da década de 1920. O primeiro sucesso considerado "country" nos Estados Unidos foi "Wreck of the Old '97", lançada em conjunto com "Lonesome Road Blues", que também se tornou bastante popular.Jimmie Rodgers, o "primeiro astro do country de verdade", era conhecido como "Blue Yodeler", e a maioria de suas canções utilizava uma progressão harmônica baseada no blues, embora com instrumentação e sonoridade bastante diferente de seus contemporâneos Blind Lemon Jefferson e Bessie Smith.
Durante os anos 30 e 40 dois novos estilos emergiram. Bob Wills e seus Texas Playboys eram os líderes do western swing, que combinava o estilo vocal do country e steel guitar com influências do jazz das big bands e instrumentos de sopro; com isso, a música de Wills alcançou imensa popularidade. Suas gravações de meados dos anos 40 ao princípio dos anos 50 incluem ritmos de "jazz de duas batidas", "corais de jazz" e um trabalho de violão que precedeu as primeiras gravações de rockabilly. Wills é citado por dizer, "Rock and Roll? Não sei por que, é o mesmo estilo que tocamos desde 1928! É apenas um ritmo básico que recebeu diversas nomenclaturas na minha época. É a mesma coisa, seja seguindo uma batida tribal na África ou cercando-a de vários instrumentos. O importante é o ritmo."
Depois que artistas de blues como Meade Lux Lewis e Pete Johnson iniciaram uma histeria nos EUA em torno do boogie-woogie, artistas de country como Moon Mullican, Delmore Brothers, Tennessee Ernie Ford, Speedy West, Jimmy Bryant e Maddox Brothers and Rose começaram a gravar um estilo denominado de "hillbilly boogie", que consistia de vocais e instrumentação "hillbilly" com uma linha de baixo "boogie".
O grupo Maddox Brothers and Rose são considerados precursores do rockabilly pelo trabalho de Fred Maddox no contrabaixo e seu desenvolvimento da técnica slap-back (o ato de bater nas cordas do instrumento, ao invés de puxá-las individualmente). Depois da II Guerra a banda passou a utilizar instrumentos mais pesados, inclinando-se cada vez mais a uma pegada honky tonk e uma base maníaca e profunda - o slap bass de Fred Maddox. Muitos acreditam que eles foram não só os precursores, mas também um dos primeiros, senão o primeiro, grupo de "Rockabilly".
Diversas canções de Bill Monroe, considerado o pai do bluegrass, eram em formato blues, enquanto outras emulavam o formato de baladas folk, canções de marinheiro ou valsas. O bluegrass era um destaque da música "country" no começo dos anos 50, sendo frequentemente citada como uma influência no desenvolvimento do rockabilly. Outro exemplo da mistura de gêneros musicais dessa época é a gravação "Jersey Rock", lançada por Zeb Turner em 1953. Com sua junção de estilos, letras sobre música e dança e solos de guitarra, esse tipo de gravação foi outro fator influente no surgimento do rockabilly.
Techno
Nos meados da década de 80, bandas européias, influenciadas principalmente pelos alemães do Kraftwerk - pioneiros e fundadores da Techno Music mundial, iniciaram uma verdadeira revolução musical que chegou as casas noturnas e danceterias de todo o mundo, levando as pessoas à loucura com o beat alucinado das músicas bem trabalhadas, sintetizadores e vocais eletrônicos e amplificados. Esta revolução coincidiu com a entrada definitiva dos cmputadores na vida das pessoas em todo o mundo. Mas estes pioneiros do Techno realmente fizeram história ao introduzir o computador à cena musical da época.
Techno é um estilo musical eletrônico que surgiu em meados de 1980 e refere-se primariamente a um estilo em particular criado nos EUA com influências alemãs e desenvolvido nos arredores da cidade de Detroit, subsequentemente adotado por produtores europeus. O termo techno é freqüentemente utilizado erroneamente para descrever todas as formas de música eletrônica.
História
O Techno arts grafic foi um dos primeiros technos a surgir. Foi desenvolvido em primeiro lugar em estúdios amadores pelos "The Belleville Three" (Os três de Belleville),um trio de homens afro-americanos que frequentavam a faculdade na época, próximo de Detroit, Michigan. Os músicos - amigos de colégio e colecionadores de fitas mixadas que eram Derrick May e Kevin Saunderson - encontraram inspiração na Midnight Funk Association, um programa de rádio eclético, de 5 horas de duração, que ia ao ar de madrugada em diversas estações de rádio de Detroit. O programa era comandado desde 1977 até meados da década de 1980 pelo DJ Charles Johnson. O programa proporcionava doses pesadas de sons eletrônicos como os de George Clinton, Kraftwerk e Tangerine Dream.
Apesar de inicialmente concebido como uma música de festa que era mixada diariamente em programas de rádio e tocada em clubes estudantis de Detroit, o Techno cresceu ao ponto de se tornar um fenômeno global. Estes clubes criaram a incubadora na qual o Techno se desenvolveu. Esses jovens promoters criaram e desenvolveram a cena de dance music local captando os gostos da audiência local composta pelos jovens e produzindo festas com DJs inovativos e uma música moderna e ecletica. Logo que esses clubes locais foram crescendo em popularidade, grupos de DJs começaram a se organizar e vender suas técnicas de mixagem e sound system para os clubes, sob nomes como Audio Mix e Direct Drive para abastecer o numero crescente de ouvintes. Locais como centros de atividades de igrejas, galpões abandonados, escritórios e auditórios foram as primeiras localizações aonde o público (na sua maioria menores de idade) se reuniam e onde o estilo e a forma músical do techno foi definida.
A música logo atraiu atenção suficiente para criar seu próprio club, o Music Institute. Ele foi fundado por Chez Damier, Derrick May e outros poucos investidores. Apesar de ter vida curta, este clube ficou conhecido internacionalmente, por seus sets que duravam a noite toda, suas espaçosas salas brancas, e seu bar de sucos (o Institute jamais serviu bebidas alcoólicas). Rapidamente, o techno começou a ser visto por muitos dos seus criadores e pelos produtores que se ligaram ao estilo como uma expressão da angústia pós-industrial. Também tomou por orientação temas High-Tech e de Ficção-Científica.
Os produtores musicais estiveram usando a palavra "techno" num senso geral em 1984 (como no clássico do Cybotron "Techno City"), e esporádicas referências a um pouco definido "techno-pop" podem ser encontradas na imprensa musical nos meados da década de 80. De qualquer forma, não foi antes de Neil Rushton lançar a compilação "Techno! The New Dance Sound of Detroit" (Techno! o novo som dançante de Detroit) pela Virgin Records em 1988 que a palavra Techno passou formalmente a descrever um gênero musical.
Desde então o Techno foi definido retroativamente para englobar, entre outros, trabalhos datando desde "Shari Vari" (1981) por A Number of Names, as primeiras composições do Cybotron (1981), "I Feel Love" (1977) por Donna Summer e Giorgio Moroder, e as mais dançantes seleções do repertorio do Kraftwerk entre 1977 e 1983.
Os produtores musicais, especialmente May e Saunderson, admitiram ser fascinados pela cena club de Chicago e serem influenciados pelo house em particular. Essa influência é especialmente evidente em faixas da primeira compilação, assim como em muitas das outras composições e remixes que eles lançaram entre 1988 e 1992. O hit de May do inverno de 1987-88 "Strings Of Life" (lançado sobre o "nom de plume" Rhythim Is Rhythim), por exemplo, é considerado um clássico tanto nos gêneros House como Techno. Ao mesmo tempo, existe uma evidencia de que o som de Chicago foi inflenciado pelos "Três de Detroit". May chegou a alugar o equipamento de um músico que atuava na cena de Chicago, Keith "Jack Master Funk" Farley, para fazer a música clássica "House Nation".
Uma leva de lançamentos com influências techno feitos por novos produtores em 1991-92 resultaram numa rapida fragmentação e divergencia do genêro techno do house. Muitos desses produtores eram do Reino Unido e da Holanda, locais aonde o techno ganhou grande número de seguidores e teve papel crucial no desenvolvimentos das cenas club e rave. Muitas dessas novas faixas seguindo generos como IDM, trance, Hardcore e Jungle, levaram a música a direções mais experimentais do que os originadores do techno pretendiam. O Techno "puro" de Detroit permaneçeu como um subgênero, de qualquer forma, liderado por uma nova safra de produtores da área de Detroit como Carl Craig, Kenny Larkin, Richie Hawtin, Jeff Mills, Drexciya e Robert Hood, além de certos músicos do Reino Unido, Bélgica e Alemanha.
Derrick May frequentemente compara o Techno a "George Clinton e Kraftwerk presos em um elevador". Por várias razões, o Techno é visto pelo mainstream americano, mesmo entre Afro-americanos, como "música de branco", mesmo que muitos dos seus criadores e produtores fossem negros. As similaridades históricas entre Techno, Jazz e Rock n'Roll de um ponto de vista racial, são ponto de divergência entre fans e músicos.
Em anos recentes, de qualquer forma, a publicação de histórias relativamente acuradas pelos autores Simon Reynolds (Geração Ecstasy a.k.a. Energy Flash) e Dan Sicko (Techno Rebels), além da cobertura da imprensa mainstream do Detroit Electronic Music Festival, ajudaram a difundir a mitologia mais dúbia do gênero. O Gênero se expandiu mais após recentes pioneiros da cena como Moby, The Zombie Hunter´s Guild, Orbital e Future sound of London fazerem o estilo brotar na cultura pop mainstream.
Techno é um estilo musical eletrônico que surgiu em meados de 1980 e refere-se primariamente a um estilo em particular criado nos EUA com influências alemãs e desenvolvido nos arredores da cidade de Detroit, subsequentemente adotado por produtores europeus. O termo techno é freqüentemente utilizado erroneamente para descrever todas as formas de música eletrônica.
História
O Techno arts grafic foi um dos primeiros technos a surgir. Foi desenvolvido em primeiro lugar em estúdios amadores pelos "The Belleville Three" (Os três de Belleville),um trio de homens afro-americanos que frequentavam a faculdade na época, próximo de Detroit, Michigan. Os músicos - amigos de colégio e colecionadores de fitas mixadas que eram Derrick May e Kevin Saunderson - encontraram inspiração na Midnight Funk Association, um programa de rádio eclético, de 5 horas de duração, que ia ao ar de madrugada em diversas estações de rádio de Detroit. O programa era comandado desde 1977 até meados da década de 1980 pelo DJ Charles Johnson. O programa proporcionava doses pesadas de sons eletrônicos como os de George Clinton, Kraftwerk e Tangerine Dream.
Apesar de inicialmente concebido como uma música de festa que era mixada diariamente em programas de rádio e tocada em clubes estudantis de Detroit, o Techno cresceu ao ponto de se tornar um fenômeno global. Estes clubes criaram a incubadora na qual o Techno se desenvolveu. Esses jovens promoters criaram e desenvolveram a cena de dance music local captando os gostos da audiência local composta pelos jovens e produzindo festas com DJs inovativos e uma música moderna e ecletica. Logo que esses clubes locais foram crescendo em popularidade, grupos de DJs começaram a se organizar e vender suas técnicas de mixagem e sound system para os clubes, sob nomes como Audio Mix e Direct Drive para abastecer o numero crescente de ouvintes. Locais como centros de atividades de igrejas, galpões abandonados, escritórios e auditórios foram as primeiras localizações aonde o público (na sua maioria menores de idade) se reuniam e onde o estilo e a forma músical do techno foi definida.
A música logo atraiu atenção suficiente para criar seu próprio club, o Music Institute. Ele foi fundado por Chez Damier, Derrick May e outros poucos investidores. Apesar de ter vida curta, este clube ficou conhecido internacionalmente, por seus sets que duravam a noite toda, suas espaçosas salas brancas, e seu bar de sucos (o Institute jamais serviu bebidas alcoólicas). Rapidamente, o techno começou a ser visto por muitos dos seus criadores e pelos produtores que se ligaram ao estilo como uma expressão da angústia pós-industrial. Também tomou por orientação temas High-Tech e de Ficção-Científica.
Os produtores musicais estiveram usando a palavra "techno" num senso geral em 1984 (como no clássico do Cybotron "Techno City"), e esporádicas referências a um pouco definido "techno-pop" podem ser encontradas na imprensa musical nos meados da década de 80. De qualquer forma, não foi antes de Neil Rushton lançar a compilação "Techno! The New Dance Sound of Detroit" (Techno! o novo som dançante de Detroit) pela Virgin Records em 1988 que a palavra Techno passou formalmente a descrever um gênero musical.
Desde então o Techno foi definido retroativamente para englobar, entre outros, trabalhos datando desde "Shari Vari" (1981) por A Number of Names, as primeiras composições do Cybotron (1981), "I Feel Love" (1977) por Donna Summer e Giorgio Moroder, e as mais dançantes seleções do repertorio do Kraftwerk entre 1977 e 1983.
Os produtores musicais, especialmente May e Saunderson, admitiram ser fascinados pela cena club de Chicago e serem influenciados pelo house em particular. Essa influência é especialmente evidente em faixas da primeira compilação, assim como em muitas das outras composições e remixes que eles lançaram entre 1988 e 1992. O hit de May do inverno de 1987-88 "Strings Of Life" (lançado sobre o "nom de plume" Rhythim Is Rhythim), por exemplo, é considerado um clássico tanto nos gêneros House como Techno. Ao mesmo tempo, existe uma evidencia de que o som de Chicago foi inflenciado pelos "Três de Detroit". May chegou a alugar o equipamento de um músico que atuava na cena de Chicago, Keith "Jack Master Funk" Farley, para fazer a música clássica "House Nation".
Uma leva de lançamentos com influências techno feitos por novos produtores em 1991-92 resultaram numa rapida fragmentação e divergencia do genêro techno do house. Muitos desses produtores eram do Reino Unido e da Holanda, locais aonde o techno ganhou grande número de seguidores e teve papel crucial no desenvolvimentos das cenas club e rave. Muitas dessas novas faixas seguindo generos como IDM, trance, Hardcore e Jungle, levaram a música a direções mais experimentais do que os originadores do techno pretendiam. O Techno "puro" de Detroit permaneçeu como um subgênero, de qualquer forma, liderado por uma nova safra de produtores da área de Detroit como Carl Craig, Kenny Larkin, Richie Hawtin, Jeff Mills, Drexciya e Robert Hood, além de certos músicos do Reino Unido, Bélgica e Alemanha.
Derrick May frequentemente compara o Techno a "George Clinton e Kraftwerk presos em um elevador". Por várias razões, o Techno é visto pelo mainstream americano, mesmo entre Afro-americanos, como "música de branco", mesmo que muitos dos seus criadores e produtores fossem negros. As similaridades históricas entre Techno, Jazz e Rock n'Roll de um ponto de vista racial, são ponto de divergência entre fans e músicos.
Em anos recentes, de qualquer forma, a publicação de histórias relativamente acuradas pelos autores Simon Reynolds (Geração Ecstasy a.k.a. Energy Flash) e Dan Sicko (Techno Rebels), além da cobertura da imprensa mainstream do Detroit Electronic Music Festival, ajudaram a difundir a mitologia mais dúbia do gênero. O Gênero se expandiu mais após recentes pioneiros da cena como Moby, The Zombie Hunter´s Guild, Orbital e Future sound of London fazerem o estilo brotar na cultura pop mainstream.
Surf Music
No início, entre o final dos anos 50 e em toda a década de 60, as primeiras bandas representantes do Surf Music tinham um som basicamente igual ao Rock and Roll, porém com suas letras falando sobre o Surf, campeonatos de Surf entre cidades, lindas garotas namoradas dos surfistas, desilusões amorosas e tudo o que envolve o mundo do Surf. Neste período bandas como os Beach Boys e Trashmen representavam muito bem este estilo maluco que influenciou muitas estrelas do Rock, dentre elas o vocalista dos Ramones - Joey Ramone. A partir da década de 80 até os dias de hoje, bandas como Midnight Oil, Hoodo Gurus, Men at Work e outras bandas australianas, fizeram a cabeça dos surfistas e amantes do Surf Music. Estas bandas possuem um engajamento social nas suas letras muito bem enfocado, com críticas às empresas que poluem o meio ambiente. Podemos dizer que estas bandas fazem parte da fase ecologista da Surf Music.
Surf music é um gênero de música popular associado à cultura do surfe, especialmente de Orange County e de outras regiões do sul da Califórnia. Foi particularmente popular entre 1961 e 1965, exercendo grande influência no rock.
Deu origem a dois formatos: o surf rock instrumental, com a guitarra elétrica e o saxofone como bases da melodia e artistas como Dick Dale & his Del-Tones como principais precurssores, e o surf pop vocal, incluindo tanto baladas quanto músicas dançantes, com harmonias fortes comumente associadas ao The Beach Boys. Muitas das principais bandas de surf music são conhecidas por transitar entre os dois formatos, e sendo assim o gênero é considerado um só, apesar de sua variedade de estilos
Surf music é um gênero de música popular associado à cultura do surfe, especialmente de Orange County e de outras regiões do sul da Califórnia. Foi particularmente popular entre 1961 e 1965, exercendo grande influência no rock.
Deu origem a dois formatos: o surf rock instrumental, com a guitarra elétrica e o saxofone como bases da melodia e artistas como Dick Dale & his Del-Tones como principais precurssores, e o surf pop vocal, incluindo tanto baladas quanto músicas dançantes, com harmonias fortes comumente associadas ao The Beach Boys. Muitas das principais bandas de surf music são conhecidas por transitar entre os dois formatos, e sendo assim o gênero é considerado um só, apesar de sua variedade de estilos
Heavy metal
Estilo musical marcado por guitarras pesadas, bateria marcando passo com baixo em rítmo forte e vocalistas com timbres agudos e estridentes. As letras falam de deus, inferno, motos, garotas, liberdade, natureza, religião e outras viagens que saem das cabeças dos compositores metaleiros, que na maioria das vezes, são embalados por um bom baseado e muito whiskey.
O heavy metal (muitas vezes referido apenas como metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o gênero desenvolveram um espesso, maciço som, caracterizada por altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batidas enfáticas. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema, em termos de volume, machismo, e teatralidade".
As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple atraíam grandes audiências, um atributo comum em toda a história do gênero. Em meados da década de 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues presente na primeira geração do metal britânico; o Motörhead introduziu agressividade e fúria nos vocais, influência do punk rock, e uma crescente ênfase na velocidade. Bandas do "New Wave of British Heavy Metal" como Iron Maiden seguiram a mesma linha. Antes do final da década, o heavy metal tinha atraído uma sequência de fãs no mundo inteiro conhecido como "metalheads" ou "headbangers" e também como "metaleiros", embora dentro do universo ou subcultura do heavy metal o termo seja considerado bastante pejorativo e repudiado pela maioria dos apreciadores do gênero.
Etimologia
A origem do termo inglês heavy metal ("metal pesado") num contexto musical é incerta; a frase foi relacionado por séculos com a química e a metalurgia. Um exemplo de um dos primeiros usos da palavra na cultura popular moderna foi feito pelo escritor contracultural William S. Burroughs, que, em seu romance de 1962, The Soft Machine, incluiu um personagem conhecido como "Uranian Willy, the Heavy Metal Kid". Seu romance seguinte, Nova Express, de 1964, desenvolveu o tema, usando heavy metal como uma metáfora para drogas que viciam: "Com suas doenças e drogas orgásmicas e suas formas de vida parasitas e assexuadas - Pessoas de Metal Pesado de Urano, envoltas numa fria névoa azul de notas de dinheiro vaporizadas - e as Pessoas Inseto de Minraud, com a música metal."
O historiador do metal Ian Christe descreveu o que os componentes do termo significavam em "hippiespeak", a "linguagem dos hippies" da época: "heavy", "pesado", seria um sinônimo aproximado de "potente" ou "profundo", e "metal" indicaria um certo tipo de estado de espírito, pesado e opressivo como o metal.A palavra "heavy", neste sentido, era um elemento básico da cultura beatnik e, posteriormente, da gíria usada na contracultura, e referências à "música pesada" ("heavy music") — tipicamente variações mais lentas e mais amplificadas das canções pop tradicionais - já eram comuns em meados da década de 1960. O álbum de estreia do Iron Butterfly, lançado no início de 1968, recebeu o título de Heavy. O primeiro uso do termo heavy metal numa gravação foi a referência a uma motocicleta na canção "Born to Be Wild", da banda Steppenwolf, também lançada naquele ano: "I like smoke and lightning/Heavy metal thunder/Racin' with the wind/And the feelin' that I'm under." Uma alegação posterior, e questionada, sobre a fonte do termo, foi feita por "Chas" Chandler, ex-empresário do Jimi Hendrix Experience; numa entrevista de 1995 ao programa Rock and Roll, da PBS, ele assegurou que heavy metal "era um termo que veio de um artigo do New York Times sobre um show de Jimi Hendrix", onde o jornalista comparou o evento a "ouvir metal pesado caindo do céu." A fonte para esta alegação nunca foi encontrada.
O primeiro uso documentado da expressão para descrever um tipo de rock foi em matérias do crítico musical Mike Saunders. Na edição de 12 de novembro de 1970 da revista Rolling Stone Saunders comentou, a respeito de um álbum lançado no ano anterior pela banda britânica Humble Pie: "Safe As Yesterday Is, seu primeiro lançamento nos EUA, provou que o Humble Pie podia ser tedioso das mais diversas maneiras. Aqui eles se mostravam uma banda de um rock de merda, heavy metal arrastado, barulhento e sem melodia, com as partes altas e barulhentas óbvias demais. Havia umas duas canções boas… e uma pilha monumental de lixo." Ele ainda descreveu o seu álbum mais recente, lançado com o mesmo nome da banda, como "mais da mesma porcaria de metal pesado de 27.ª categoria."Numa crítica do álbum Kingdom Come, de Sir Lord Baltimore, na edição de maio de 1971 da revista Creem, Saunders escreveu: "Sir Lord Baltimore parece ter dominado todos os melhores truques do manual do heavy metal.O crítico Lester Bangs, da Creem, recebeu o crédito pela popularização do termo, através de seus ensaios, escritos no início da década de 1970, sobre bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath. Por toda a década, a expressão heavy metal foi usada por alguns críticos como uma forma praticamente automática de se fazer um comentário depreciativo. Em 1979 o popular crítico musical do New York Times, John Rockwell, descreveu o que ele chamou de "heavy-metal rock" como "música brutalmente agressiva tocada principalmente para mentes enevoadas pelas drogas," e, num artigo diferente, como "um exagero cru dos elementos básicos do rock que agrada a adolescentes brancos."
Os termos "heavy metal" e "hard rock" frequentemente foram usados de maneira indiscriminada ao se falar sobre as bandas da década de 1970, um período em que os termos eram, na maior parte dos casos, sinônimos.Por exemplo, a edição de 1983 da Rolling Stone Encyclopedia of Rock & Roll incluiu a seguinte passagem: "conhecido por seu estilo agressivo de hard-rock com base no blues, o Aerosmith era a principal banda americana de heavy metal do meio dos anos 1970."
O heavy metal (muitas vezes referido apenas como metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico, as bandas que criaram o gênero desenvolveram um espesso, maciço som, caracterizada por altas distorções amplificadas, prolongados solos de guitarra e batidas enfáticas. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema, em termos de volume, machismo, e teatralidade".
As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple atraíam grandes audiências, um atributo comum em toda a história do gênero. Em meados da década de 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues presente na primeira geração do metal britânico; o Motörhead introduziu agressividade e fúria nos vocais, influência do punk rock, e uma crescente ênfase na velocidade. Bandas do "New Wave of British Heavy Metal" como Iron Maiden seguiram a mesma linha. Antes do final da década, o heavy metal tinha atraído uma sequência de fãs no mundo inteiro conhecido como "metalheads" ou "headbangers" e também como "metaleiros", embora dentro do universo ou subcultura do heavy metal o termo seja considerado bastante pejorativo e repudiado pela maioria dos apreciadores do gênero.
Etimologia
A origem do termo inglês heavy metal ("metal pesado") num contexto musical é incerta; a frase foi relacionado por séculos com a química e a metalurgia. Um exemplo de um dos primeiros usos da palavra na cultura popular moderna foi feito pelo escritor contracultural William S. Burroughs, que, em seu romance de 1962, The Soft Machine, incluiu um personagem conhecido como "Uranian Willy, the Heavy Metal Kid". Seu romance seguinte, Nova Express, de 1964, desenvolveu o tema, usando heavy metal como uma metáfora para drogas que viciam: "Com suas doenças e drogas orgásmicas e suas formas de vida parasitas e assexuadas - Pessoas de Metal Pesado de Urano, envoltas numa fria névoa azul de notas de dinheiro vaporizadas - e as Pessoas Inseto de Minraud, com a música metal."
O historiador do metal Ian Christe descreveu o que os componentes do termo significavam em "hippiespeak", a "linguagem dos hippies" da época: "heavy", "pesado", seria um sinônimo aproximado de "potente" ou "profundo", e "metal" indicaria um certo tipo de estado de espírito, pesado e opressivo como o metal.A palavra "heavy", neste sentido, era um elemento básico da cultura beatnik e, posteriormente, da gíria usada na contracultura, e referências à "música pesada" ("heavy music") — tipicamente variações mais lentas e mais amplificadas das canções pop tradicionais - já eram comuns em meados da década de 1960. O álbum de estreia do Iron Butterfly, lançado no início de 1968, recebeu o título de Heavy. O primeiro uso do termo heavy metal numa gravação foi a referência a uma motocicleta na canção "Born to Be Wild", da banda Steppenwolf, também lançada naquele ano: "I like smoke and lightning/Heavy metal thunder/Racin' with the wind/And the feelin' that I'm under." Uma alegação posterior, e questionada, sobre a fonte do termo, foi feita por "Chas" Chandler, ex-empresário do Jimi Hendrix Experience; numa entrevista de 1995 ao programa Rock and Roll, da PBS, ele assegurou que heavy metal "era um termo que veio de um artigo do New York Times sobre um show de Jimi Hendrix", onde o jornalista comparou o evento a "ouvir metal pesado caindo do céu." A fonte para esta alegação nunca foi encontrada.
O primeiro uso documentado da expressão para descrever um tipo de rock foi em matérias do crítico musical Mike Saunders. Na edição de 12 de novembro de 1970 da revista Rolling Stone Saunders comentou, a respeito de um álbum lançado no ano anterior pela banda britânica Humble Pie: "Safe As Yesterday Is, seu primeiro lançamento nos EUA, provou que o Humble Pie podia ser tedioso das mais diversas maneiras. Aqui eles se mostravam uma banda de um rock de merda, heavy metal arrastado, barulhento e sem melodia, com as partes altas e barulhentas óbvias demais. Havia umas duas canções boas… e uma pilha monumental de lixo." Ele ainda descreveu o seu álbum mais recente, lançado com o mesmo nome da banda, como "mais da mesma porcaria de metal pesado de 27.ª categoria."Numa crítica do álbum Kingdom Come, de Sir Lord Baltimore, na edição de maio de 1971 da revista Creem, Saunders escreveu: "Sir Lord Baltimore parece ter dominado todos os melhores truques do manual do heavy metal.O crítico Lester Bangs, da Creem, recebeu o crédito pela popularização do termo, através de seus ensaios, escritos no início da década de 1970, sobre bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath. Por toda a década, a expressão heavy metal foi usada por alguns críticos como uma forma praticamente automática de se fazer um comentário depreciativo. Em 1979 o popular crítico musical do New York Times, John Rockwell, descreveu o que ele chamou de "heavy-metal rock" como "música brutalmente agressiva tocada principalmente para mentes enevoadas pelas drogas," e, num artigo diferente, como "um exagero cru dos elementos básicos do rock que agrada a adolescentes brancos."
Os termos "heavy metal" e "hard rock" frequentemente foram usados de maneira indiscriminada ao se falar sobre as bandas da década de 1970, um período em que os termos eram, na maior parte dos casos, sinônimos.Por exemplo, a edição de 1983 da Rolling Stone Encyclopedia of Rock & Roll incluiu a seguinte passagem: "conhecido por seu estilo agressivo de hard-rock com base no blues, o Aerosmith era a principal banda americana de heavy metal do meio dos anos 1970."
Death Metal
Som podre com guitarras mais parecendo motoserras do que instrumento musical. Vocais guturais e baterias com batidas tribais. Este estilo encanta milhões de pessoas em todo o mundo e é um dos estilos que mais atrai adeptos. Talvez esteja explicada as referências satânicas e apocalípticas presentes nas letras das músicas deste estilo. Se o inferno existe, os demônios curtem Death Metal !
A origem do termo death metal é controversa, assim como qual seria a primeira banda do gênero. Consta que a primeira aparição do termo foi numa entrevista com o Venom. Quando perguntados sobre que tipo de música eles tocavam, os membros do grupo responderam: "Nós somos black metal, death metal, thrash metal...". Uma outra aparição pioneira do termo foi a coletânea Death Metal (1984), lançada pela gravadora alemã Noise. Ela incluía canções do Helloween, Hellhammer e Running Wild. Também em 1984 o Possessed lançou sua demo denominada death metal, antecessor do álbum Seven Churches, álbum clássico de 1985. O nome da demo vinha da música homônima que participava da demo mas assim como as outras três músicas da demo ficaram conhecidas com o lançamento do Cd no ano seguinte. Apesar disso, a banda se auto-intitulava thrash metal na época.
Em relação às bandas, na Europa o Bathory, o Sodom e Celtic Frost tomaram o termo para si. Nos Estados Unidos surgiam o Mantas (futuro Death) e o Master. A última tinha gravado um disco para a gravadora Combat em 1985; porém nunca foi lançado. Apesar disso, as demonstrações do Master foram bastante influentes no underground americano, assim como o Deathstrike, projeto paralelo do líder da primeira banda.
Sub-gêneros
Blackened death metal
O blackened death metal possui uma temática preponderantemente "satânica", este sub-gênero mistura elementos da sonoridade death metal com o black metal. Isso pode incluir: alternância entre vocal gutural e "rasgado"; maior ênfase na técnica musical (diferente da crueza padrão do Black metal); e a inclusão ocasional de riffs mais "melódicos" que o black metal, e mais sombrio nos climas que o death metal. É intermediário entre os estilos, não propriamente uma sub-divisão do death metal simplesmente.
Brutal death metal
O Brutal Death Metal é o estilo mais extremo do Death Metal,bandas como Krisiun,Nile,Suffocation,Immolation,Incantation, Sepsism, Pyrexia entre outros grandes nomes, são grandes precursores deste genero,o estilo é caracterizado por um vocal extremamente gutural, com letras cantadas de forma lenta seguindo os riffs da guitarra e com bruscas mudanças de tempo.
Algumas bandas: Suffocation, Prostitute Disfigurement, Pyaemia, Condemned, Hate Eternal, Nile, Devourment, Disgorge, Mortician, Azarath, Lost Soul, Crimson Thorn, Skinless, Queiron, Muldjord, Imperious Malevolence
[editar] Death metal melódico
O death metal melódico apresenta mais melodia e harmonias nas guitarras. Musicalmente, um resgate do NWOBHM ou uma incorparação dos riffs mais "melódicos" do Doom-death metal, acelerando-os. Este subgênero é associado diretamente à cena de Gotemburgo na Suécia de onde surgiram as maiores bandas do estilo.
Death metal progressivo
O death metal progressivo (ou Progressive Death/Prog Death) incorpora as características de mudança de tempos e ritmos do metal progressivo, porém alterna entre o vocal gutural com a instrumental mais distorcida e agressiva para vocais limpos, ritmo desacelerado, violões, entre outros.
Death metal técnico
O death metal técnico é um estilo partilhado por poucas bandas porém muito influente. O foco é a complexidade musical e a técnica instrumental. Às vezes mostra forte influência do jazz.
Death/Doom
O death/doom é um sub-gênero que, em princípio, misturava o doom metal "tradicional" do Candlemass e Trouble com o metal extremo do Death e Morbid Angel. Essa mistura incorpora os andamentos lentos, o clima melancólico e os riffs inspirados em Black Sabbath, do Doom, juntando-os à velocidade, os vocais guturais e os riffs atonais do death metal.
Deathgrind
O deathgrind é um gênero de fusão do brutal death metal com o grindcore, com influências do deathcore. É uma nova tendência que tem ganhando boa notoriedade dentro da cena do death metal atual, com bandas como Waking the cadaver, The Partisan Turbine e Misericordiam. O estilo tem como principais caracteristicas, andamentos extremamente rápidos da bateria, guitarras distorcidas e que emitem um som abafado, riffs variantes, que ora são rápidos e acelerados, ora são mais lentos e cadenciados, músicas de curta duração, em algumas bandas notamos a presença de breakdowns e vocal pig squeal oriundo do grindcore. As letras das músicas geralmente abordam temas relacionados à morte, multilação, doenças patológicas e em algumas bandas pornografia e sexo explícito.
Deathcore
Com o aumento da popularidade do metalcore, traços modernos deste estilo têm sido usados no death metal. Bandas como Job for a Cowboy, Impending Doom (US), The Red Chord e Suicide Silence combinam metalcore com influências de death metal. Características do death metal tais como o andamento rápido e dinâmico na bateria (incluindo a metranca), baixa-sintonia das guitarras, "distorções" e vocais guturais são combinados com riffs mais lentos, candenciados e "quebradas". No caso de alguns grupos, como Despised Icon e Bring Me the Horizon, temas líricos são menos centrados em morte e violência, e mais em questões pessoais, como a solidão e a condição humana. Este híbrido de metalcore/death metal é frequentemente referido como deathcore.
A origem do termo death metal é controversa, assim como qual seria a primeira banda do gênero. Consta que a primeira aparição do termo foi numa entrevista com o Venom. Quando perguntados sobre que tipo de música eles tocavam, os membros do grupo responderam: "Nós somos black metal, death metal, thrash metal...". Uma outra aparição pioneira do termo foi a coletânea Death Metal (1984), lançada pela gravadora alemã Noise. Ela incluía canções do Helloween, Hellhammer e Running Wild. Também em 1984 o Possessed lançou sua demo denominada death metal, antecessor do álbum Seven Churches, álbum clássico de 1985. O nome da demo vinha da música homônima que participava da demo mas assim como as outras três músicas da demo ficaram conhecidas com o lançamento do Cd no ano seguinte. Apesar disso, a banda se auto-intitulava thrash metal na época.
Em relação às bandas, na Europa o Bathory, o Sodom e Celtic Frost tomaram o termo para si. Nos Estados Unidos surgiam o Mantas (futuro Death) e o Master. A última tinha gravado um disco para a gravadora Combat em 1985; porém nunca foi lançado. Apesar disso, as demonstrações do Master foram bastante influentes no underground americano, assim como o Deathstrike, projeto paralelo do líder da primeira banda.
Sub-gêneros
Blackened death metal
O blackened death metal possui uma temática preponderantemente "satânica", este sub-gênero mistura elementos da sonoridade death metal com o black metal. Isso pode incluir: alternância entre vocal gutural e "rasgado"; maior ênfase na técnica musical (diferente da crueza padrão do Black metal); e a inclusão ocasional de riffs mais "melódicos" que o black metal, e mais sombrio nos climas que o death metal. É intermediário entre os estilos, não propriamente uma sub-divisão do death metal simplesmente.
Brutal death metal
O Brutal Death Metal é o estilo mais extremo do Death Metal,bandas como Krisiun,Nile,Suffocation,Immolation,Incantation, Sepsism, Pyrexia entre outros grandes nomes, são grandes precursores deste genero,o estilo é caracterizado por um vocal extremamente gutural, com letras cantadas de forma lenta seguindo os riffs da guitarra e com bruscas mudanças de tempo.
Algumas bandas: Suffocation, Prostitute Disfigurement, Pyaemia, Condemned, Hate Eternal, Nile, Devourment, Disgorge, Mortician, Azarath, Lost Soul, Crimson Thorn, Skinless, Queiron, Muldjord, Imperious Malevolence
[editar] Death metal melódico
O death metal melódico apresenta mais melodia e harmonias nas guitarras. Musicalmente, um resgate do NWOBHM ou uma incorparação dos riffs mais "melódicos" do Doom-death metal, acelerando-os. Este subgênero é associado diretamente à cena de Gotemburgo na Suécia de onde surgiram as maiores bandas do estilo.
Death metal progressivo
O death metal progressivo (ou Progressive Death/Prog Death) incorpora as características de mudança de tempos e ritmos do metal progressivo, porém alterna entre o vocal gutural com a instrumental mais distorcida e agressiva para vocais limpos, ritmo desacelerado, violões, entre outros.
Death metal técnico
O death metal técnico é um estilo partilhado por poucas bandas porém muito influente. O foco é a complexidade musical e a técnica instrumental. Às vezes mostra forte influência do jazz.
Death/Doom
O death/doom é um sub-gênero que, em princípio, misturava o doom metal "tradicional" do Candlemass e Trouble com o metal extremo do Death e Morbid Angel. Essa mistura incorpora os andamentos lentos, o clima melancólico e os riffs inspirados em Black Sabbath, do Doom, juntando-os à velocidade, os vocais guturais e os riffs atonais do death metal.
Deathgrind
O deathgrind é um gênero de fusão do brutal death metal com o grindcore, com influências do deathcore. É uma nova tendência que tem ganhando boa notoriedade dentro da cena do death metal atual, com bandas como Waking the cadaver, The Partisan Turbine e Misericordiam. O estilo tem como principais caracteristicas, andamentos extremamente rápidos da bateria, guitarras distorcidas e que emitem um som abafado, riffs variantes, que ora são rápidos e acelerados, ora são mais lentos e cadenciados, músicas de curta duração, em algumas bandas notamos a presença de breakdowns e vocal pig squeal oriundo do grindcore. As letras das músicas geralmente abordam temas relacionados à morte, multilação, doenças patológicas e em algumas bandas pornografia e sexo explícito.
Deathcore
Com o aumento da popularidade do metalcore, traços modernos deste estilo têm sido usados no death metal. Bandas como Job for a Cowboy, Impending Doom (US), The Red Chord e Suicide Silence combinam metalcore com influências de death metal. Características do death metal tais como o andamento rápido e dinâmico na bateria (incluindo a metranca), baixa-sintonia das guitarras, "distorções" e vocais guturais são combinados com riffs mais lentos, candenciados e "quebradas". No caso de alguns grupos, como Despised Icon e Bring Me the Horizon, temas líricos são menos centrados em morte e violência, e mais em questões pessoais, como a solidão e a condição humana. Este híbrido de metalcore/death metal é frequentemente referido como deathcore.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Thrash Metal
O thrash metal é uma subdivisão do heavy metal conhecida por uma maior velocidade e maior peso do que seus antecessores. Suas origens remontam ao fim da década de 1970 e começo da década de 1980, quando um grande número de bandas começou a incorporar elementos da NWOBHM com a nova música hardcore punk que surgia, criando assim um novo estilo. Este novo gênero é muito mais agressivo do que o speed metal, considerado seu predecessor. As "quatro grandes" bandas do thrash metal são Anthrax, Megadeth, Metallica e Slayer,que criaram e popularizaram o gênero no começo da década de 1980. Em meados do fim dos anos 70 o termo thrash já era usado na cena punk para referir-se as bandas que possuiam uma sonoridade mais agressiva que as demais do estilo, foram feitas até mesmo compilações utilizando o termo como o New York Thrash compilado em 1978 e lançado apenas em 1982 que continha bandas como Bad Brains, Adrenalin O.D., The Undead entre outras. Só a partir do início dos 80 que o termo foi adicionado no cenário do metal.
• Crossover thrash: Este subgênero se caracteriza por uma influência muito grande do punk rock e do hardcore.
Algumas bandas: The Crucified, D.R.I., Adrenicide, S.O.D., Suicidal Tendencies, Ratos de Porão, Lobotomia (Banda).
• Groove metal: Este subgênero se caracteriza por ser um pouco mais lento que o thrash metal tradicional, por utilizar instrumentos com afinação mais grave, aparição frequente de sampler e/ou sintetizadores.
Algumas bandas: Pantera, Machine Head, Prong, Exhorder.
• Thrashcore: Não é um subgênero do thrash metal, mas se confunde com o "crossover thrash" por sua influência de hardcore punk, porém é muito mais rápido que este. Este subgênero é um hardcore punk executado de forma rápida, agressiva e sem influência do thrash metal.
Algumas bandas: Siege, Hellnation, Cryptic Slaughter, Mukeka di Rato, Soziedad Alkoholika, The Accused.
Guitarras distorcidas, som rápido e pesado, com forte presença e influência do Hard Core. Pode-se dizer que o Trash Metal é realmente a fusão do Heavy Metal com o Hard Core. As letras são na maioria das vezes protestos contra governos, políticos, religião e também falam de esportes radicais como skate, surf e bike. Este estilo musical fez a cabeça de muitas bandas Punk das antigas e acabou por converter várias delas de Punk para Trash Metal, por motivos não somente ideológicos mas sobretudo comerciais. Algumas bandas que se converteram ao Trash Metal são The Exploited e GBH, entre outras
• Crossover thrash: Este subgênero se caracteriza por uma influência muito grande do punk rock e do hardcore.
Algumas bandas: The Crucified, D.R.I., Adrenicide, S.O.D., Suicidal Tendencies, Ratos de Porão, Lobotomia (Banda).
• Groove metal: Este subgênero se caracteriza por ser um pouco mais lento que o thrash metal tradicional, por utilizar instrumentos com afinação mais grave, aparição frequente de sampler e/ou sintetizadores.
Algumas bandas: Pantera, Machine Head, Prong, Exhorder.
• Thrashcore: Não é um subgênero do thrash metal, mas se confunde com o "crossover thrash" por sua influência de hardcore punk, porém é muito mais rápido que este. Este subgênero é um hardcore punk executado de forma rápida, agressiva e sem influência do thrash metal.
Algumas bandas: Siege, Hellnation, Cryptic Slaughter, Mukeka di Rato, Soziedad Alkoholika, The Accused.
Guitarras distorcidas, som rápido e pesado, com forte presença e influência do Hard Core. Pode-se dizer que o Trash Metal é realmente a fusão do Heavy Metal com o Hard Core. As letras são na maioria das vezes protestos contra governos, políticos, religião e também falam de esportes radicais como skate, surf e bike. Este estilo musical fez a cabeça de muitas bandas Punk das antigas e acabou por converter várias delas de Punk para Trash Metal, por motivos não somente ideológicos mas sobretudo comerciais. Algumas bandas que se converteram ao Trash Metal são The Exploited e GBH, entre outras
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